190º aniversário de inauguração do Farol da Ilha Rasa

-190.º aniversário de inauguração do Farol da Ilha Rasa-

No dia 31 de julho, o Farol da Ilha Rasa, localizado no Rio de Janeiro, comemorou seu centésimo nonagésimo aniversário. Ele foi criado ainda na época do império e, até hoje, é um dos principais faróis do País, possibilitando uma navegação segura.

A implementação do Farol deu-se após a chegada da Família Real ao Brasil, em 1808, quando a Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação, criada por D. João VI, mandava acender todas as noites uma fogueira na Ilha Rasa para servir de auxílio aos navegantes.

Em 1819, essa mesma Junta submeteu à D. João o projeto de um farol a ser construído naquela Ilha, que foi aprovado por Sua Majestade, que determinou, ainda naquele ano, o início das obras para a construção da robusta torre de quatro largas faces de alvenaria, com 26 metros de altura e 1,3 metros de espessura, encimada por lanterna cilíndrica com 2 metros de altura. Na construção, trabalharam presos sentenciados.

Em 1826, o farol já deveria estar pronto, se não tivesse seu aparelho de luz importado “tomado” por corsário argentino nas proximidades do Rio de Janeiro, de acordo com informação da Junta ao Rei.

Em 1829, a Junta encaminhou à Sua Majestade anúncio informando: “Na noite de 31 de julho deste ano se iluminou pela primeira vez o Farol da Ilha Rasa”.

Na noite de dois de dezembro de 1883, o Farol da Ilha Rasa passou a exibir luz produzida por energia elétrica (primeiro do gênero na América do Sul), fato presenciado pelo Imperador, D. Pedro II, de bordo da Corveta “NICTEROY” ao largo da Ilha Rasa, pois não foi possível o seu desembarque na ilha devido às condições adversas do mar.

El día 31 de julio, el faro de Isla Rasa, ubicado en Río de Janeiro, comenzó su centésimo nonagésimo aniversario. Fue creado durante la época imperial y hasta el día de hoy sigue siendo uno de los principales faros del país, permitiendo una navegación segura.

El faro fue construido después de la llegada de la familia Real a Brasil en 1808, cuando la Junta de Comercio, Agricultura, Fábricas y Navegación, creada por el rey Juan VI, ordenó encender todas las noches una hoguera en la isla Rasa para ayudar a los navegantes.

En 1819, esta misma Junta presentó al rey Juan VI el proyecto de construcción de un faro en dicha isla, el cual fue aprobado por Su Majestad, quien también ordenó, ese mismo año, el inicio de la construcción de la robusta torre de cuatro amplios lados de mampostería, de 26 metros de altura y 1,3 metros de espesor, rematada por una linterna cilíndrica de 2 metros de altura. Presos condenados trabajaron en la construcción.

En 1826, el faro ya debería haber estado listo si su equipo de iluminación importado no hubiera sido confiscado por un corsario argentino cerca de Río de Janeiro, según información de la Junta al Rey.

En 1829, la Junta envió un comunicado a Su Majestad informando: «En la noche del 31 de julio de este año, el faro de Isla Rasa se encendió por primera vez».

En la noche del 2 de diciembre de 1883, el faro de Isla Rasa comenzó a exhibir luz producida por electricidad (la primera de su tipo en América del Sur), hecho presenciado por el emperador Pedro II a bordo de la corbeta “Nicteroy”, frente a las costas de Ilha Rasa, ya que no le fue posible desembarcar en la isla debido a las adversas condiciones del mar.